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Sementes de Braúna do Sertão - Schinopsis Brasiliensis - Mundo das Sementes

Sementes de Braúna do Sertão - Schinopsis Brasiliensis - Mundo das Sementes

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Marca: Mundo das SementesModelo:SementesDisponibilidade: Imediata Referência: SCHIBRA

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Sementes de Braúna do Sertão – Schinopsis brasiliensis - Mundo das Sementes

 

SAFRA ATUALIZADA

LOTE: 2022.1.3

QUALIDADE PREMIUM (Armazenamento à frio, com umidade controlada, para manter as sementes sempre saudáveis)

MANUAL DE GERMINAÇÃO E CULTIVO INCLUSO.

 

 

INFORMAÇÕES SOBRE A ESPÉCIE

Braúna do Sertão – Schinopsis brasiliensis

- A braúna ou baraúna (Schinopsis brasiliensis) é uma espécie de árvore da família das Anacardiaceae, mesma família dos cajueiros. É nativa do Brasil, Paraguai e Bolívia. Ocorre em florestas de caatingas e cerrados, especialmente das regiões Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.

- Sua distribuição é ampla, ocorre nos estados do Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. E também distribui-se na ecorregião das florestas secas de Chiquitano do extremo ocidente da Bolívia e Paraguai e regiões adjacentes do Brasil.

- A braúna possui amplos usos, ecologicamente a espécie é usada em plantios de enriquecimento assim como na recuperação de áreas degradadas, serve como suporte para ninhos e abrigo e a resina fornece sais minerais para a fauna.

- Devido a sua floração no período seco período seco de julho a agosto, é uma fonte importante de alimento para as abelhas durante a época em que há poucos recursos.

- Na economia sua resina também é comumente usada na medicina popular contra dores de dente e ouvido, histeria, nervosismo, e no tratamento de verminoses em animais.

- A espécie é considerada por muitos autores como madeira de lei, pela sua madeira de alta densidade (1,03 g.cm-3 a 1,23 g.cm-3) e resistência à decomposição e ataques de fungos xilófagos, o que a torna adequada para a produção de feitura de dormentes em linhas de ferresquadrias, mourão e vigamentos.

- Devido a sua madeira ter um grande valor econômico, tem sido explorado de forma irracional sem reposição da mesma no ambiente natural a tornando uma das espécies ameaçadas incluída na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Além disso, a espécie tem sido muito utilizada em arborização urbana e rural e em recomposição de áreas desmatadas.

- A espécie é caracterizada anatomicamente por cavidades e canais secretores de resina. É uma das árvores mais altas da Caatinga híperxerofila, de copa subglobosa atingindo de 6 a 12 m de altura, sendo endêmica e em outras regiões, como no Cerrado, podendo chegar até 15 m, com um diâmetro variando entre 20 e 60 centímetros.

- Seu caule e tronco são retos, com espinhos que atingem até 3,5 centímetros. Na Caatinga, a espécie é considerada dominante se estabelecendo em solos de tabuleiro, profundos e de alta fertilidade química.

- É muito frequente em solos calcários, podendo ocorrer mesmo em afloramentos pedregosos, onde geralmente desenvolve pouco. Na paisagem, apresenta um aspecto solitário por não formar mata pura, ou seja, por hectare se encontra poucas unidades da espécie, contudo quando encontrada em grupos em uma área, geralmente nas próximas desaparece.

- A espécie é considerada decídua, xerófita, dióica, espinhosa, heliófita e seletiva higrófila com fuste ereto, curto e com ramificações do tipo dicotômica que quando lesionado apresenta resina transparente cicatrizante.

- As folhas são compostas, pinadas, pilosas, imparipinadas, coriáceas, de 7-17 folíolos subcoriáceos, de 3-4 cm de comprimento por 2 cm de largura opostos na base da raque, limbo foliar verde escuro na face ventral a mais claro na dorsal, elípticos sub-rômbicos, emarginados, bordas inteiras, obtusas no ápice sendo que quando maceradas exala um odor característico da família.

- Possui espinhos pequenos, mas fortes, de até 3,5 cm nas pontas dos ramos, estratégia de proteção contra ataques de herbívoros.

- A sua floração se inicia geralmente no fim da estação chuvosa, podendo variar em cada região e ano, no Mato Grosso do Sul acontece em julho, Ceará de novembro a dezembro e em Pernambuco de novembro a fevereiro.

- A inflorescência apresenta-se em panículas, terminais a subterminais com até 12 cm de comprimento, brancas, perfumadas levemente e é polinizada principalmente por abelhas, o que explica o tamanho pequeno das flores, medindo de 3 mm a 4 mm de diâmetro.

- Os frutos são do tipo sâmara, secos, indeiscentes, monospérmicos com pericarpo membranoso, drupa alada de coloração castanha clara variando de acordo a maturação.

- O mesocarpo é esponjoso e o endocarpo lenhoso impermeável à água, base aguda, superfície lisa, oblonga, estrutura falciforme medindo de 3 cm a 3,5 cm de comprimento contendo apenas uma semente de forma obovóide-reniforme, medindo 14,37 mm ± 1,56 mm de comprimento, 9,81 mm ± 0,79 mm de largura e 5,56 mm ± 0,84 mm de espessura.

- Na madeira, o ritidoma da braúna é de coloração cinza escuro, áspero, rígido com rachaduras quadradas. O cerne possui coloração vermelho a castanho podendo escurecer lentamente quando em contato direto com o ar, porosidade baixa, ausência de parênquima, paredes celulares lignificadas, presença de cristais composto por oxalato de cálcio, resinas e taninos conferindo a espécie alta dureza, densidade (1,03 g.cm-3 a 1,23 g.cm-3), resistência a decomposição quando exposto ao ambiente externo e a ataques de fungos xilófagos como fungos, sendo que a resistência do cerne está relacionada com presença de tiloses nos vasos.

 

FICHA TÉCNICA DA ESPÉCIE 

- NOME POPULAR: Braúna, Baraúna, Quebracho, Quebracho vermelho, Braúna-Parda, Braúna-do-Sertão;
- NOME ESPECÍFICO: Schinopsis brasiliensis;
- FAMÍLIA: Anacardiaceae; 
- POTENCIAL DE GERMINAÇÃO*: +/- 60%*;
- OCORRÊNCIA NATURAL: Nordeste até o norte de Minas Gerais e Goiás na caatinga, penetrando a oeste até Mato Grosso (Pantanal) e Rondônia. Existe na Bahia a variedade glabra e no Pantanal Mato-grossense a espécie Schinopsis balansae Engl. (Quebracho), que,por sua vez, se diferencia dessa espécie principalmente pela presença de folhas simples.
- CLIMA: Tropical, Semiárido, Equatorial; 
- ALTURA MÁX: 10-12m;
- COPA (DIÂMETRO MÁX): 5-8m;
- ESPESSURA DO TRONCO (DIÂMETRO): 50-60cm;
- COMPORTAMENTO: Decídua;
- COR DAS FOLHAS: Verde brilhante;
- TAXA DE CRESCIMENTO: Moderado (+/-50cm/ano);
- FLORESCIMENTO: Discreto, ocorre no fim da estação chuvosa
- COR DAS FLORES: Amarelas.
- FRUTO: Sâmara.
- CULTIVO: Sol Pleno. 
- MADEIRA: O ritidoma da braúna é de coloração cinza escuro, áspero, rígido com rachaduras quadradas. O cerne possui coloração vermelho a castanho podendo escurecer lentamente quando em contato direto com o ar, porosidade baixa, ausência de parênquima, paredes celulares lignificadas, presença de cristais composto por oxalato de cálcio, resinas e taninos conferindo a espécie alta dureza, densidade (1,03 g.cm-3 a 1,23 g.cm-3), resistência a decomposição quando exposto ao ambiente externo e a ataques de fungos xilófagos como fungos, sendo que a resistência do cerne está relacionada com presença de tiloses nos vasos.

 

**Fontes de Informação:

* Lorenzi, Harri. Árvores Brasileiras.Vol.1. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2003.

*Teste Laboratorial de Germinação do Lote de Sementes, realizado pelo fornecedor indireto.

*Teste de Viabilidade: Método “Cut”. Realizado à cada 15 dias.

*Teste de Germinação. Realizado a cada dois meses

Resultados sinalizados na ficha técnica do produto.

**Os Descontos incidem apenas sobre os produtos.

Descontos não cumulativos entre si, nem com outros descontos e promoções do site.

 

 

 

Nota Excludente de Responsabilidade:

O Mundo das Sementes utiliza métodos exclusivos e cientificamente comprovados de armazenagem de sementes à frio, com umidade controlada, que prolongam a viabilidade das sementes por até 2 anos*. Ademais, são realizados testes quinzenais de viabilidade e testes bimestrais de germinação, tudo a fim de assegurar que o produto que estamos comercializando é da mais alta qualidade.

Atentamos que a obtenção do sucesso na germinação depende somente da habilidade de quem as cultiva, o que nos isenta de qualquer responsabilidade, quanto a erro no procedimento, sobre o qual não temos nenhum controle. Deste modo, nossa garantia e o suporte oferecidos pelo Mundo das Sementes, não cobrem plantios de sementes não realizados de acordo com os respectivos manuais de cultivo, originais do Mundo das Sementes, elaborados especificamente para cada espécie.

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato conosco.

O uso do Serviço de Suporte exclusivo dos clientes do Mundo das Sementes está condicionado à apresentação do respectivo número do Certificado de Autenticidade dos produtos Mundo das Sementes recebido junto com o seu pedido.

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